DV na Mídia

Notícias sobre o Projeto DV na Trilha, em mídias, por todo o país.

imagem da dupla Weimar e Adauto percorrendo a trilha da competição. Detalhe: Adauto com um sorriso sofrido na foto.

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\\\\\\"O destaque do dia foi presenciar a garra do Adauto Belli (deficiente visual que compete em bicicleta tandem - dois lugares), que após o abandono da parceira Daniela Lemke, seguiu na prova com Weimar Pettengill. Eles conseguiram fazer toda etapa a frente de muitos competidores\\\\\\", comentou Mário Roma, organizador do evento. Outro acontecimento importante é que mesmo tantos quilômetros percorridos em 4 dias e pelas condições adversas causada pela chuva, apenas uma queda mais grave registrada é um verdadeiro recorde e demonstra todo empenho da organização em proporcionar o melhor para os atletas.


Disputada ao longo da Serra das Almas entre os municípios de Rio de Contas e Livramento de Nossa Senhora, a quarta etapa da Claro Brasil Ride exigiu grande habilidade técnica e física dos competidores em virtude da quilometragem acumulada até agora, somando mais de 450 km percorridos.

A etapa prometia ser a mais dura de todas devido a variação altimétrica e também ao tipo de piso, passando de arenoso e lama a trechos de pedra solta. Os competidores ainda atingiram a maior cota de toda a prova chegando a aproximadamente 1500m de altitude quando cruzando o topo das montanhas num empurra-bike de 800m.

\\\\\\"Foi muito bom correr um pouco a pé. A etapa foi muito bonita, desafiante, porém mais fácil do que prevíamos\\\\\\", contou Jennifer Smith, esposa de Brian que seguem líderes da competição na categoria mista com mais de 30 minutos de vatntagem sobre a equipe da Suíça. A melhor posição brasileira nesta categoria é a 5ª colocação com Adriana Nascimento e Rogério Pires.

\\\\\\"O destaque do dia foi presenciar a garra do Adauto Belli (deficiente visual que compete em bicicleta tandem - dois lugares), que após o abandono da parceira Daniela Lemke, seguiu na prova com Weimar Pettengill. Eles conseguiram fazer toda etapa a frente de muitos competidores\\\\\\", comentou Mário Roma, organizador do evento. Outro acontecimento importante é que mesmo tantos quilômetros percorridos em 4 dias e pelas condições adversas causada pela chuva, apenas uma queda mais grave registrada é um verdadeiro recorde e demonstra todo empenho da organização em proporcionar o melhor para os atletas.

No peolotão masculino a disputa foi novamente intensa, com velocidade alta do início ao fim. ?Ficamos preocupados com os avisos sobre a dificuldade técnica, por isso fomos bem cautelosos, já que não somos tão habilidosos como a equipe da Suíça. Mas não foi tão ruim quanto pensamos. Estamos felizes, conseguimos mais uma vitória em uma etapa, creio que confirmamos o favoritismo e temos uma boa vantagem para os próximos estágios, assim não precisamos atacar e apenas nos defender isso, e fugir de problemas mecânicos\\\\\\", celebrou Kristian Hynek, da equipe Free Cycling/Factor Bike, da República Tcheca que abriu 17:46 minutos de vantagem sobre o segundo colocado.

O destaque do Brasil foi a equipe Moda Cup de Raphael Mesquita e Cícero Silva que terminaram em Top 7 geral, após um um dia ruim da dupla dos catarinense Ricardo Pscheidt e Gilberto Goes, que ainda assim permanecem em Top 3 no masculino.\\\\\\"Tivemos dois pneus furados e ainda não consegui me recuperar da febre\\\\\\", comentou Pscheidt. Outra equipe brasileira também teve problemas e não largou. A dupla Odair Pereira e Edivando Cruz foi obrigado a abandonar a prova, depois que Vando sofreu uma contratura muscular no dia anterior, agravada por uma queda na etapa.

O momento mais bonito da prova foi na altura do Km 85, já no município de Livramento de Nossa Senhora, quando os competidores retornaram a Rio de Contas por 9 Km em estrada asfaltada com o belíssimo visual da Cachoeira do Brumado.

\\\\\\"Hoje conseguimos aproveitar e também curtir a bela paisagem que tínhamos a nossa volta. Fiquei com vontade de mergulhar naquela cachoeira\\\\\\", comentou Celina Carpinteito, líder isolada ao lado de Ivonne Kraft na categoria feminina. A grande disputa está para o segundo lugar entre a dupla brasileira, Julyana Machado / Janildes Fernandes, e Lorenza Menepace e Sandra Araujo, já que a diferença é de apenas 2 minutos após mais de 450 km de prova.

Na categoria Master a dupla brasileira Abraão Azevedo / Plínio Souza segue com domínio absoluto, com mais de uma hora de vantagem sobre os espanhoeis, Ceballos Gonzalles e Pedro Prats. \\\\\\"Hoje a dupla mostou que tem muita raça. O Plínio quebrou o selim e fez de tudo para chegar até o fim\\\\\\", comentou Abraão. \\\\\\"Ele é um verdadeiro professor, ele tem muita experiência, apesar de conhecê-lo a pouco tempo, tenho aprendido muito\\\\\\", completou Plínio.

A prova entra na reta final com a quinta etapa de 135km que retorna a Mucugê/BA, tendo 1.750 metros de altimetria.

Fonte: Brasil Ride

imagem mostra um vale, com um corrego passando entre ele. Dois ciclistas atravessando o corrego, com suas bikes nas costas

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Na verdade, o prólogo foi apenas a porta de entrada do inferno que estava por escancarar suas entranhas ontem.

 Para começar, choveu a noite toda.

 Às 3h50, ou seja, 10 minutos antes do despertar, caiu outro temporal na vila Claro Brasil Ride.

 Às seis em ponto, todos largaram debaixo de muita água.


Jornal do Metrô

JORNAL METRO: Abrem-se as portas do inferno

Na verdade, o prólogo foi apenas a porta de entrada do inferno que estava por escancarar suas entranhas ontem.

Para começar, choveu a noite toda.

Às 3h50, ou seja, 10 minutos antes do despertar, caiu outro temporal na vila Claro Brasil Ride.

Às seis em ponto, todos largaram debaixo de muita água.

Foram 140 quilometros de Mucugê até Rio de Contas (aliás, agradecimentos à prefeitura por ceder suas instalações para o banho dos atletas) de tudo e mais um pouco.

Subidas inacabáveis, descidas incríveis, areião, lama, pedras lisas e um rio com água pela cintura, cheio por causa do aguaceiro que caiu e mais subidas, subidas e subidas.

Ao todo, foram mais de 3.300 metros acumulados.

Os primeiros a chegar, uns tchecos, demoraram 6h41, principalmente pelo fato de que tiveram de empurrar suas bikes por mais de uma hora na pior elevação até agora.

A compensação veio em forma de visual.

Embora muito nublado e, em alguns momentos, muito frio e chuva, as montanhas da Chapada Diamantina são espetaculares.

Não finalizei o trajeto.

Peguei o ônibus em Piatã.

O que restava da prova era algo inimaginável para minhas cansadas pernas.

Mas amanhã estaremos de volta ao pedal.

Superação

No meio de toda essa dificuldade, a atleta Dani e o deficiente visual Adauto mostraram força e superação.

Por mais de oito horas, pedalaram forte até Piatã, quase 100 quilometros, numa tandem, isto é uma bicicleta para duas pessoas.

Organização

O bom de acompanhar a ultramaratona Claro Brasil Ride de dentro de uma L 200 é ver como todos os apectos da organização foram pensados e preparados com antecedência.

Além de dar uma renda extra para dezenas de pessoas que mostravam o caminho, nenhum objeto, como embalagens de suplementos, ficaram nas trilhas.

Os rádio-comunicadores também não paravam, com informações de todos os pontos.

Todo esse apoio dá tranquilidade ao atleta que, realmente, só tem de pensar em pedalar.

Rio de Contas

A cidade é aparentemente maior que Mucugê.

O calçamento é de pedra e tudo está organizado e limpo.

O povo sai à janela para ver os ciclistas passarem.

Por R$ 10, é possível pedir para as mulheres lavarem sua roupa suja - bretele, camiseta, boné e luvas.

O jantar, novamente, foi muito bom.

Talharini, purê de batatas, salada com tomate cereja, filé de maminha com pimentas comari, frango ensopado e rocambole de sorvete de sobremesa.

Texto de Jornal do Metrô, de 16Nov2010.

Foto: Fábio Piva

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A Chapada Diamantina está movimentada desde domingo (14), quando foi dada a largada, na cidade de Mucugê, ao "Claro Brasil Ride", maior ultramaratona de Mountain Bike já realizada no país. Até sexta-feira (19), atletas de diversas nacionalidades irão competir, tendo as belezas naturais da região como cenário.


Secretaria de Comunicação Social do Governo da Bahia

A Chapada Diamantina está movimentada desde domingo (14), quando foi dada a largada, na cidade de Mucugê, ao "Claro Brasil Ride", maior ultramaratona de Mountain Bike já realizada no país. Até sexta-feira (19), atletas de diversas nacionalidades irão competir, tendo as belezas naturais da região como cenário.

O evento, que tem o apoio da Secretaria de Turismo do Estado e da Bahiatursa, movimentou a tranquila Mucugê. Durante seis dias, os ciclistas, divididos em duplas, percorrerão 565 quilômetros de trilhas divididas em seis etapas.

"A competição debutou na Bahia. Tenho certeza de que a Chapada reúne tudo o que uma boa prova deve ter: um ótimo percurso, com paisagens belíssimas", afirmou o idealizador da ultramaratona, Mário Roma.

Doação

Para receber os 400 competidores, os organizadores da prova construíram uma grande estrutura em frente a um dos principais cartões postais da cidade, o Cemitério Bizantino. No local, foi montado um acampamento, com barracas individuais para todos os atletas, imprensa e staff.

O material - colchões novos e as barracas - será doado à comunidade, após o término da competição. O evento, além de trazer grande visibilidade e muitos turistas para a cidade, num período em que não se recebe tantos visitantes, também movimenta a economia da região. "Os hotéis estão cheios e muita mão-de-obra local está sendo usada", informou o prefeito de Mucugê, Fernando Medrado.

Antes da largada, o clima era de ansiedade entre os atletas. Para um deles, a expectativa era ainda maior. O ultramaratonista Adauto Belli, 39, é deficiente visual e está participando da prova com uma bicicleta tandem - onde duas pessoas pedalam juntas.

Ele será guiado por sua parceira Daniele Lemke. Ambos são de Brasília e fazem parte do Projeto Deficientes Visuais na Trilha. "Mesmo sem enxergar o que está ao meu redor, sinto a energia do local e a partir do que a minha parceira fala, crio a paisagem na minha cabeça. O que criei até agora é lindo e com certeza não deve ser diferente do que realmente existe", contou o atleta, que sofre de retinose pigmentar.

Após a largada, os ciclistas seguiram em direção ao município de Rio de Contas, passando por Piatã, Ouro Verde e Arapiranga. A previsão é que as duplas mais rápidas completem o percurso em aproximadamente 6 horas.

Até esta quarta-feira (17), os atletas permanecem em Rio de Contas, após completarem o percurso diário. No local, foi montado um acampamento semelhante ao de Mucugê. Na quinta-feira (18), durante a 5ª etapa da prova, os competidores retornam para Mucugê, onde permanecem até a sexta-feira (19), quando termina a prova. A dupla campeã receberá um prêmio no valor de R$ 27 mil.

Publicado em http://www.secom.ba.gov.br/2010/11/99868/Ultramaratona-de-mountain-bike-movimenta-a-Chapada-Diamantina-ate-sexta.html

Fonte: http://www.secom.ba.gov.br

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Direto de Mucugê - Se para os atletas de elite uma prova de 565 quilômetros como a Claro Brasil Ride é um grande desafio, para a dupla Daniela Lemke/ Adauto Belli o desafio tem um gosto a mais. A dupla participa da primeira prova de ultramaratona juntos e tem um objetivo em comum: concluir a prova. Normal para grande parte dos competidores, mas o desafio da dupla é ainda maior, pois Adauto é deficiente visual.


Bruna Didario

WEBVENTURE: Atleta deficiente visual encara ultramaratona na Bahia

Direto de Mucugê - Se para os atletas de elite uma prova de 565 quilômetros como a Claro Brasil Ride é um grande desafio, para a dupla Daniela Lemke/ Adauto Belli o desafio tem um gosto a mais. A dupla participa da primeira prova de ultramaratona juntos e tem um objetivo em comum: concluir a prova. Normal para grande parte dos competidores, mas o desafio da dupla é ainda maior, pois Adauto é deficiente visual.

"Eu olhei o percurso no site da prova e pensei que seria uma oportunidade legal, e logo me lembrei do Adauto, que faz parte do projeto DV na Trilha voltado para deficientes visuais e ele seria uma ótima dupla. Mas os custos eram altos, entrei em contato via site da prova e no dia seguinte o Mário Roma ligou e disse que topava a nossa vinda. Aí preparamos tudo", contou Lemke, ansiosa por sua primeira experiência.

Mesmo com o pedido, Daniela e Adauto tiveram que correr atrás de todos os equipamentos, inclusive da bicicleta tandem, de dois lugares. "Conseguimos bicicleta tandem para vir e ele ficou feliz quando soube."  "Eu me preocupo com ela, pois qualquer problema é difícil de resolver em uma trilha", afirmou a atleta.

Treinamentos - Apesar de ser uma prova extenuante, os treinos da dupla foram feitos separadamente. "Treinamos poucas vezes juntos, mas acabamos fazendo cada um sua parte; pedalamos juntos faz tempo, nos conhecemos", disse Daniela. "Preparação foi tranquila, é mais controlar a ansiedade pro início da prova. Estou pronto mesmo!", completou Adauto. A estratégia de Daniela e Adauto é simples: "quero terminar a prova, ter calma e saber administrar tudo", declarou a biker.

 Fonte: http://www.webventure.com.br

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Uma personagem põe-se a lembrar da mãe, que era danada
de brava, mas esmerava-se na hora de fazer dois molhos
de cachinhos no cabelo da filha, para que ela fosse bonita pra escola.

\\"Meu Deus, quanto jeito que tem de ter amor\\".
É comovente porque é algo que a gente esquece: milhões
de pequenos gestos são maneiras de amar.
Beijos e abraços são provas mais eloqüentes, exigem
retribuição física, são facilidades do corpo.

Porém, há diversas outras demonstrações mais sutis.
Mexer no cabelo, pentear os cabelos, tal como aquela
mãe e aquela filha, tal como namorados fazem, tal como
tanta gente faz: cafunés.

Amigas colorindo o cabelo da outra, cortando franjas,
puxando rabos de cavalo, rindo soltas.
Quanto jeito que há de amar.

Flores colhidas na calçada, flores compradas, flores
feitas de papel, desenhadas, entregues em datas nada especiais:
\\"lembrei de você\\".
É este o único e melhor motivo para azaléias, margaridas, violetinhas.
Quanto jeito que há de amar.

Um telefonema pra saber da saúde, uma oferta de
carona, um elogio, um livro emprestado, uma carta
respondida, uma mensagem pelo celular, repartir o que
se tem, cuidados para não magoar, dizer a verdade
quando ela é salutar, e mentir, sim, com carinho, se
for para evitar feridas e dores desnecessárias.
Quanto jeito que há de amar.

Uma foto mantida ao alcance dos olhos, uma lembrança
bem guardada, fazer o prato predileto de alguém e
botar uma mesa bonita, levar o cachorro pra passear,
chamar pra ver a lua, dar banho em quem não consegue
fazê-lo só, ouvir os velhos, ouvir as crianças, ouvir
os amigos, ouvir os parentes, ouvir.
Quanto jeito que há de amar.

Rezar por alguém, vestir roupa nova pra homenagear,
trocar curativos, tirar pra dançar, não espalhar
segredos, puxar o cobertor caído, cobrir, visitar
doentes, velar, sugerir cidades, filmes, cd\\''s, brinquedos, brincar...
Quanto jeito que há.\\"

Texto de autoria de Adélia Prado e enviado para a lista de discussão do Projeto DV na Trilha, em, 28Jul2010, por Marcos Vieira(Chambinho), com as seguintes observações:

Eu acrescentaria mais algumas coisas, tipo:
Levar para passear,
\\"ensinar\\" a pedalar,
ser os olhos numa aventura,
ser o companheiro que te segura...

Marcos Vieira
(Chambinho)

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